A realidade da pesca no Estado do Pará

Sinpesca

O setor pesqueiro no Estado do Pará, com grande atuação no abastecimento de pescado na região e demais estado importadores, embora tenha sua participação na economia local, há mais de 10 anos vem atravessando um ordenamento fragilizado, que dificulta tanto seu desenvolvimento, como sua contribuição estatisticamente a nível nacional.

Em 2020, a preocupação ficou ainda maior, devido os efeitos negativos da pandemia (covid-19), que reduziu drasticamente o número de tripulantes a bordo, trabalhadores da indústria e outros, não bastava isso, o ambiente também ficou favorável para embarcações e empresas operarem na informalidade, aumentando ainda mais a concorrência desleal existente no mercado.

Ademais, o ano de 2020 até o presente momento tem sido período atípico, onde não se esperava a diminuição expressiva de produção, logo depois de uma super safra em 2019, como está ocorrendo na piramutaba, uma espécie que fomenta praticamente 70% das indústrias do estado, e que geram milhares de empregos direto e indiretamente.

Não acaba por aí, além dos produtos competirem com mercado informal, as indústrias lutam diariamente para “sobreviver”, pagando mensalmente um percentual de ICMS, PIS/COFINS muito acima do normal, comparado a outros estados.

E agora, estar com a invasão de barcos estrangeiros na costa do Pará e Amapá.  A Marinha já fez apreensão de dois barcos venezuelanos, sem recardar, as instituições de pesquisas sem dados e as empresas de pesca, com as suas devidas embarcações regulamentadas, sem produção.

O Sinpesca estar muito preocupado com o agravamento do setor, se a situação não mudar, vai ter empresas encerrando suas atividades, como já vem ocorrendo.na costa do Amapá, mais é notório que existem outros, e sem contar com os barcos que operam na informalidade.

Com isso, a perda é em conjunto, o Estado o e demais

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