DNIT e Ibama visitam Pedral do Lourenço, no Rio Tocantins (PA)

Encontro desta quarta-feira (24) faz parte do processo de licenciamento ambiental do empreendimento

Representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) acompanharam, nesta quarta-feira (24), a equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em vistoria ao Pedral do Lourenço, na Hidrovia do Tocantins, no local onde estão previstas as obras de derrocamento. A ação é mais uma etapa importante no processo de licenciamento ambiental do empreendimento, que fica entre a Ilha do Bogéa e Santa Terezinha do Tauri, no Pará.

Além dos diretores de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, e de Infraestrutura Aquaviária, Karoline Lemos, participaram da visita o coordenador-geral de Obras Aquaviárias do DNIT, Rodrigo Português, o coordenador-geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e Pontuais Terrestre do Ibama, Regis Fontana Pinto, demais representantes do órgão e integrantes da superintendência regional do DNIT no Pará.

As obras de derrocamento do Pedral de Lourenço estão entre os principais empreendimentos estruturantes do DNIT e tem o objetivo de viabilizar o tráfego contínuo de embarcações e comboios em um trecho de 500 km, desde Marabá até a foz do Rio Tocantins, facilitando durante todos os meses do ano o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral que tem o Porto de Vila do Conde como destino.

Pedral – Com 43 km de extensão, o Pedral do Lourenço é uma formação rochosa no Rio Tocantins que aflora durante o período de estiagem e impede a navegação neste trecho do sudeste paraense. Para garantir a navegação durante todos os meses do ano, são necessárias obras pontuais que aumentam a profundidade – como a dragagem, que consiste na retirada de material solto no fundo do rio, e a derrocagem, que é a escavação das pedras aumentando a profundidade. 

De uma margem à outra, o Rio Tocantins tem, em média, cerca de um quilômetro de largura. O objetivo das obras é criar um canal de navegação de cerca de 100 metros de largura no trecho do Pedral, sem que haja alteração no volume ou na vazão do rio.

Fonte: Coordenação-Geral de Comunicação Social – DNIT

Por (LCN) @luiscelsoborges

luiscelsoborges@hotmail.com

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